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#04 BEDA | 3 lições que aprendi com minhas séries favoritas dos anos 80

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Se a minha vida fosse igual as séries dos anos 80, haja temporada do amor 😌

 

Uma coisa que eu amo loucamente é ficar com um monte de almofada no sofá, assistindo uma série que eu amo.

Então, eu resolvi listar 5 lições que aprendi com as minhas séries favoritas dos anos 80. Aliás, durante esse mês vai rolar lições dos anos 90 e 2000 também.

Acho digno você pensar na possibilidade de fazer uma maratona com alguma dessas séries, pois são muito amor 😍

 

Full House (1987-1995)

 

Toda vez que escuto “Everywhere you look. There’s a heart. A hand to hold onto…”  já começo a cantar junto, porque estou falando de Full House!

Uma das coisas que aprendi ao longo de oito temporadas do seriado foi o quanto a família e a amizade precisam ser rotina nas nossas vidas.

Canta comigo: When you’re lost out there and you’re all alone. A light is waiting to carry you home 🎤

 

Punky – A Levada da Breca (1984-1988)

 

Punky mostrou para mim o quanto é importante ser criança quando se é criança, sabe? Usar a imaginação, fazer “travessuras” saudáveis e brincar com os amigos sempre que puder.

Canta comigo: A menina que ilumina. Toda vez que a gente vê 🎤

 

Anos Incríveis (1988-1993)

 

Apesar da série ter feito parte da minha infância, os conflitos que Kevin Arnold vivia na adolescência e no colégio era muito eu, acredite.

Mais uma vez, aprendi o valor da amizade e também da família!

Aliás, eu era muito Kevin quando o assunto era o menino da escola que gostava. Então, eu entendia a paixonite dele por Winnie Cooper.

Conta comigo: Gonna try with a little help from my friends 🎤

E aí, temos alguma série em comum? Conta para mim.

                         Séries, Anos 80 e Beda. Tudo isso É Muito Supimpa Girl!      

Precisamos falar sobre a série maravilhosa “The Goldbergs”

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The Goldbergs é a série que todo fã dos anos 80 deveria assistir, sério 

 

Na verdade, não sei o porquê ainda não falei sobre seriado aqui, mas vou reparar esse erro agora mesmo.

A série The Goldbergs é inspirada nas experiências pessoais que Adam F. Goldberg viveu durante a sua pré-adolescência em “1980 alguma coisa”.

Ele é o típico nerd que ama Star Wars, De Volta para o Futuro, Indiana Jones, entre outros ícones da cultura pop, e a sua filmadora. Sério, queria ser BFF dele!

Já o seu irmão Barry Goldberg é aquele adolescente que tenta ser fodão – ele é o meu personagem favorito, socorro – mas não consegue, sabe?

Erica Goldberg é a irmã popular da escola – dona de um guarda-roupa perfeito – que toda garota gostaria de ser um dia.

Pela mor, Beverly Goldberg é a mãe que nenhum adolescente gostaria de ter – os melhores suéteres da vida são dela – mas ao mesmo tempo é a melhor mãe do mundo, entende?

Murray Goldberg é o pai que quando chega em casa só quer ficar de cuecas assistindo tevê – “moron” é seu mantra – que parece ser bravo, mas na verdade é um amor.

Por fim, Albert “Pops” Solomon é o avô fofo e Don Juan que dá vontade de apertar de tão legal que ele é.

No fim de cada episódio, sempre aparece um vídeo caseiro do verdadeiro Adam que tem ligação com a história que foi apresentada. Apenas, genial! 

 

Agora que você já conhece um pouco sobre os principais personagens, preciso dizer que o seriado é uma chuva de referência de vários filmes, séries e celebridades oitenta que amamos, porque já teve episódio inspirado em: Clube dos Cinco, Dirty Dancing, Curtindo a Vida Adoidado, De Volta para o Futuro, Star Wars, Madonna, George Michael…

Para mim é muito difícil falar qual é o meu favorito, então escolhi quatro, um de cada temporada. Acredito que você vai achar a referência logo no título, né non?

 

 

01×16: “Goldbergs Never Say Die! “

02×14: “Barry Goldberg’s Day Off”

03×17: “The Dirty Dancing Dance”

04×01:  “Breakfast Club”

 

The Goldbergs tem 4° temporadas e já foi renovada para mais duas! Vale lembrar que hoje a série tem uma das maiores audiências da ABC nas noites de terça, ficando atrás apenas de Grey’s Anatomy e Modern Family.

Outra coisa legal, é que a emissora já anunciou que está pensando em fazer um spin-off do seriado. A novidade é que a nova série irá se passar na década de 90 – socorro, já quero!

O criador da série original, Adam F. Goldberg, está ajudando a desenvolver a ideia, mas ainda não há previsão de estreia.

Infelizmente, a série não faz parte do catálogo da Netflix, mas é exibida no Brasil pelo canal Comedy Central Brasil 

Apesar de ser suspeita para falar, a série é uma das minhas favoritas e quando comecei a assistir “maratonei” duas temporadas em 1 mês. E aí, fiz você querer assistir? Conta para mim.

 

The Goldbergs, Séries e Anos 80. Tudo isso É Muito Supimpa Girl!

Projeto “12 Filmes em 1 Ano”: 4# A Garota de Rosa Shocking

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A Garota de Rosa Shocking é aquele filme que só poderia ser do John Hughes 

É claro que não havia me esquecido do meu projeto “12 Filmes em 1 Ano”, mas escolhi um amor oitenta para compensar a minha ausência.

“Não se apaixone, você não vai gostar. É muito complicado” – Andie Walsh 

 

Eu posso muito bem escrever aqui que essa é a minha comédia romântica favorita, porque ela é mesmo.

Porém, confesso que a minha memória falhou e não consigo lembrar com certeza quando foi que assisti esse filme pela primeira vez. Acredito que o tio Silvio Santos foi o responsável por esse encontro.

A Garota de Rosa Shocking aborda um dilema básico de uma adolescente: “como não se apaixonar pelo cara mais popular do colégio. ” Mas também temas adultos, como desemprego, alcoolismo e as diferenças sociais nos Estados Unidos.

Se você nunca assistiu esse clássico oitenta, já fique ciente que por mais que exista uma história clichê, estamos falando de John Hughes 

 

O cineasta sabia como falar com os jovens da época, e os filmes dele nunca envelhecem, não ficam ultrapassados, muito pelo contrário.

Bom, uma das principais lições que o filme trouxe para mim foi evitar tirar conclusões de um cara antes de conhece-lo realmente.

Existem exceções, nem todo mundo é igual e julgar uma pessoa pela sua conta bancária, por exemplo, é ridículo.

“Se eu odiasse ele só porque ele tem grana, seria a mesma coisa que ele me odiara porque eu não tenho. ”

No filme, Andie e Blane se apaixonam, e por serem de mundos sociais diferentes, seus amigos julgam o tempo todo o relacionamento dos dois.

Outra lição que aprendi graças ao filme, é nunca se apaixonar pelo o seu melhor amigo sem assumir logo esse sentimento para ele.

A probabilidade de a amizade ficar estranha depois é alta, mas alimentar amor platônico também não dá.

Às vezes, falar o que sente pode ajudar o seu amigo a perceber que sente a mesma coisa por você. Afinal de contas, homens são meio lerdos.

Uma outra lição que o filme trouxe, é pensar no dia em que serei mãe. Eu tenho que cuidar do meu filho, e não o contrário.

Na história, o pai de Andie é sustentado por ela, pois se entregou a bebida e não procura emprego desde quando a esposa os abandonou.

Não posso deixar de mencionar a trilha sonora que me inspira, porque músicas como “If You Leave” e “Please, Please, Please, Let Me Get What I Want” possuem letras que falam por mim.

Mas a lição essencial que tirei desse clássico oitenta é que nem todo cara rico é um completo babaca, e que para tudo existe uma coisinha chamada “exceção”.

Isn’t she?

Projeto, A Garota de Rosa Shocking e Anos 80. Tudo isso É Muito Supimpa Girl!

 

*Não autorizo outras blogueiras realizarem o projeto “12 Filmes em 1 Ano”. Pelo amor, vamos respeitar a blogosfera. 

Playlist com 15 músicas para quem tem um crush do Glam Metal

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Será que eu realmente preciso dizer que não resisto a um  Glam Metal do rock? 

 

Eu resolvi juntar o meu vício saudável pela música e também pelo Glam Metal em uma só playlist. Só para comemorar a cara nova do blog com muito amor de diferentes décadas.

Balões, unicórnio e playlist do amor para o lacre do novo layout do blog, sim 

Para você entender melhor como eu me sinto quando escuto essas canções aí vai o exemplo do amor: “Sabe aquela música que quando escuta já remete a estampa de oncinha, cabelo de poodle e lenços? Pois bem, é isso!

Eu acho digno você ouvir essa playlist como se estivesse em show dos anos 80, quando eram os isqueiros no ar que embalavam as músicas, sabe?

São 15 músicas que fazem exatamente isso comigo e vão trazer esse sentimento para você: “Bon Jovi”, “Kiss” e “Scorpions” são alguns dos artistas.

Já aviso que 95% é puro Glam Metal com um pouco de Hard Rock influenciado pelo filme “Rock of Ages” 

Mas a playlist também serve se você curte conhecer novos vícios, escutar músicas antigas ou simplesmente ama Glam Metal. Agora vem ouvir todo esse love lá no Spotify e aproveita para me seguir também. E aí, o que achou da playlist? Conta para mim.

 

Playlist, Crush e Rock. Tudo isso É Muito Supimpa Girl!

Série de ilustras fofas fazem tributo aos clássicos oitenta de John Hughes

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Não estou nada bem com essas ilustras do amor de John Hughes 

 

O ilustrador americano Dennis Salvatier criou uma série de ilustras muito, mas muito fofas mesmo inspiradas nos clássicos dos anos 80 do cineasta.

Acho digno você respirar fundo, porque se for dele como eu sou vai dar gritinhos 

Os personagens principais de cada filme ganharam uma versão cheia de amor e com algumas referências relacionada as suas respectivas histórias.

Clube dos Cinco, 1985

Os cinco amigos desse icônico filme conseguiram me deixar ainda mais apaixonada! Apenas, berro para a referência de “Eat My Shorts”.

Curtindo a Vida Adoidado, 1986 | Férias Frustradas, 1983

Não estou sabendo lidar com essa versão fofa do nosso rei Ferris Bueller. E o que dizer da carinha do Cameron?  

Já a família mais loucamente demais dos anos 80 está ainda mais amor. Aliás, esse é de longe o melhor filme da série.

A Garota de Rosa Shocking, 1986 | Gatinhas e Gatões, 1984

Pausa para admirar, amar e querer afofar o topete do Duckie. E essa mãozinha da Andie olhando para o Blane é para se apaixonar.

Olha só que amor esse bolo cupacke na mão do Jake Ryan! E esse sorriso metalizado do Ted está igualzinho.

Mulher Nota 1000, 1985 | Alguém Muito Especial, 1987

Ainda não superei esse sutiã na cabeça e cara deles igualzinha à cena em que a “criação” deles aparece.

Socorro, ele fez a Watts as segurando baquetas e usando as luvas que são tão marcantes no figurino dela. Estou passando mal!

É impossível eu escolher apenas uma ilustra, porque eu estou amando forte todas. Eu adorei os detalhes no figurino, as referências usadas e a homenagem.

John Hughes é o meu cineasta favorito, amado e admirado, então é impossível eu não babar aqui. E aí, o que achou das ilustras? Conta para mim.

 

Ilustras, John Hughes e Anos 80. Tudo isso É Muito Supimpa Girl!