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Playlist com 15 músicas dos filmes de John Hughes

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A playlist de hoje foi inspirada nas músicas que tocam nos filmes de John Hughes. Ele é o meu cineasta favorito, além de ter feito trilhas sonoras incríveis 

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Então, eu resolvi juntar o meu vício saudável pelos filmes e também pelos personagens que me fazem querer ter a minha vida escrita por ele sempre que eu assisto um dos seus clássicos em uma única playlist. Só para começar a semana com muito amor de diferentes décadas.

As músicas fazem parte da trilha sonora dos principais filmes da carreira de Hughes e alguns deles são os meus prediletos e me pego assistindo pelo menos uma vez por mês!

Eu listei quinze canções que só de ouvir você vai saber de qual longa ela pertence. Mas é claro que pode acontecer de você não conhecer algumas delas, logo eu sugiro que faça o seguinte:

Feche os olhos e tente adivinhar de qual época ela é. Se mesmo assim estiver difícil, jogue a música no Google e depois eu recomendo que coloque o filme na sua lista agora mesmo! 

“Clube dos Cinco”, “Construindo uma Carreira”, “Férias Frustradas” e “Beethoven, O Magnífico” são só alguns dos filmes que serviram de inspiração.

Mas a playlist também serve se você curte conhecer novos vícios, escutar músicas antigas ou simplesmente é fã de John Hughes. Agora vem ouvir todo esse love lá no Spotify e aproveita para me seguir também. E aí, o que achou da playlist? Conta para mim.

Playlist, Cinema e Musicais. Tudo isso É Muito Supimpa Girl!

10 trechos de músicas dos anos 80 que me definem

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Se você é leitora assídua do blog sabe que a minha veia nostálgica pulsa diariamente pelas décadas de 80, 90 e 2000. Mas o meu amor fica ainda mais intenso quando o assunto é música antiga. Por isso, resolvi mostrar para vocês 10 trechos de músicas dos anos 80 que me definem completamente.

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É claro que a lista é enorme e tive que deixar várias de fora e separar por décadas, mas mesmo assim esse treco de escolher não é tarefa fácil. Oh só a lista dos anos 90 aqui

Para começar com muito amor, eis a canção oitenta que eu mais amo na vida. Não é coincidência ser o tema de cinco amigos que se conheceram numa manhã de sol.

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A música é brega (eu sei), mas é clássica, é intensa, é do Bon Jovi! Não preciso dizer mais nada.

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Chega até ser irônico eu gostar dessa música, pois paciência teoricamente não faz parte do meu vocabulário. Mas a letra dessa canção é tão amor que me acalma mais que suco de maracujá.

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The Cure é a minha banda favorita dos anos 80 e eu sou completamente apaixonada pelo videoclipe, pela vibe dessa música e por essa letra do amor.

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Meu camelão mais lindo do mundo é dono de diversas canções que servem de inspiração diária para mim, mas como o assunto é oitenta essa é a minha favorita da década. Sim, faz parte da trilha de “Labirinto – A Magia do Tempo”.

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INXS faz parte daquele tipo de banda que todo mundo deve conhecer alguma música, mas nem sempre sabe disso. A lista do amor é enorme, mas essa é apaixonante demais.

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É lógico que a minha favorita tinha que ser uma das canções mais polêmicas da década. Rainha, né amores?

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Outra paixão Brat Pack que não saem do meu celular pertence a música que espero tocar ansiosamente no final do filme.

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Aquela música que nem consegue cantar o refrão sem desafinar, mas que não está nem aí de tão boa que ela é. E o videoclipe então? Amor, define.

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Aerosmith é uma das minhas bandas favoritas e o ápice do meu amor por ela pertence a outra década, mas existem algumas canções que não resisto assim como essa. E aí, temos músicas dos anos 80 em comum? Conta para mim.

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 Anos 80, Música e Amor. Tudo isso É Muito Supimpa Girl!

A geração criada pelo elenco Brat Pack

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Não é muito difícil entender o amor que a maioria das pessoas sentem pelo elenco Brat Pack. Mas será que você realmente conhece os filmes e os membros deste grupo?

A paixão já começa quando você descobre que a maioria desses jovens vieram dos filmes do diretor John Hughes e também do diretor Joel Schumacher. Aí o coração explode de emoção quando você vê se depara com os principais membros: Molly Ringwald, Judd Nelson, Demi Moore, entre outros.

Mas o que realmente fez com que essa fase fosse épica foi a quantidade de filmes maravilhosos que essa década nos deixou. A lista foi dividida em filmes oficiais e aqueles que foram considerados como “Filmes do Brat Pack”, mesmo sem nenhum dos membros no elenco. É claro que eu tenho os meus xodós de cada um dos cineastas mencionados: “Clube dos Cinco” (1985) e “O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas (1985).

#1: O motivo do amor pelo Clube dos Cinco

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O filme foi escrito e dirigido pelo meu mestre John Hughes, logo é impossível não amar! Outra coisa que faz com que ele faça parte do meu top 3 é a citação do lendário camelão David Bowie  no início do filme. Depois vem os diálogos e a interpretação do elenco que continua atual após trinta anos.

…E essas crianças em que você cospe, enquanto elas tentam mudar seus mundos, são imunes às suas consultas. Elas sabem muito bem pelo que atravessam…” David Bowie 

#2: Por que “O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas” me define? 

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O filme de Joel Schumacher é obrigatório para quem saiu da faculdade e se vê adulto da noite para o dia. Aborda assuntos como primeiro emprego e paixões frustradas. E o seu, qual é?

Anos 80, Brat Pack e Hughes. Tudo isso É Muito Supimpa Girl!

30 anos do clássico “Pretty in Pink”

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É difícil de acreditar, mas um dos maiores clássicos do meu mestre favorito do cinema, John Hughes completou trinta anos de vida neste último domingo.

Eu confesso que não lembro quando foi que surgiu o meu amor incondicional pelo filme “Pretty in Pink” (A Garota de Rosa Shocking), mas posso afirmar que motivos não faltam. Ele é uma das comédias românticas adolescentes mais importantes da década de 80, além de ter uma das trilhas sonoras mais marcantes do cinema moderno.

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Outra coisa bem interessante sobre o filme é abordagem impecável de temas adultos, como o desemprego, o alcoolismo e as diferenças sociais. É muito fácil se identificar com os personagens, querer desesperadamente o figurino da protagonista e escutar “If You Leave” sem parar.

A escolha do elenco principal é uma paixão à parte! O amor já começa com a protagonista Andie, porque Hughes escreveu o papel com a Molly Ringwald em mente. Ele sabia que a Molly seria a única atriz que poderia representar a personagem do jeito que deveria ser. A relação de cumplicidade dos dois era muito fofa!

Não consigo imaginar outro ator interpretando o maravilhoso “Duckie” Dale sem ser o Jon Cryer, mas já aviso que ele não foi a primeira opção dos produtores. Anthony Michael Hall não quis fazer o papel com medo de ser estereotipado como um “nerd”.

Ainda bem que ele recusou, porque eu acho que seria meio que uma revival de “Gatinhas e Gatões” 

O que dizer de Andrew McCarthy como Blane? Ele realmente tinha carinha de garoto sonho, aquele que você escreve o nome várias vezes na última folha do caderno com um monte de coraçõezinhos em volta. Apesar de sentir ódio, eu também sentia muito amor reprimido ao ver o James Spader como Steff. Sem dúvida, um dos vilões mais bem vestidos de Hollywood.

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Vale a pena registrar que o filme já serviu de inspiração para duas séries favoritas do meu coração: Dawson’s Creek e Glee. Ou seja, tem como não amar

Isso é só uma pequena amostra do que faz com que “Pretty in Pink” seja um clássico tão especial para mim. É inegável o amor que sinto por ele e por toda a obra de John Hughes. Se você já assistiu, recomendo que veja de novo! Se você ainda não conhecia, coloca agora mesmo para assistir.  E aí, qual é o seu sentimento pelo filme? Conta para mim.

Pretty in Pink, Anos 80 e Brat Pack. Tudo isso É Muito Supimpa Girl!

Ferris Bueller vai ganhar 3 dias de festa em homenagem aos 30 anos do filme

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“Curtindo a Vida Adoidado” é um dos maiores clássicos da nossa infância. Ele também serviu como formação de carácter e inspiração para algum dia tentar viver a mesma experiência de Ferris, Cameron e Sloane no filme. O longa completará 30 aninhos muito bem vividos do dia 11 de junho e a cidade de Chicago teve uma ideia puro amor no coração para comemorar o aniversário de folga do Ferris.

A Ferris Fest será uma festa que vai durar três dias e será realizada entre 21 e 22 de maio. O mais legal dessa ideia é que eles vão recriar ao vivo a cena mais icônica do filme, quando geral dança “Twist and Shout” no meio do desfile

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Além disso, vai ter um tour pelas locações do filme, incluindo a Wills Tower, a Glenbrook North High School e a casa do Cameron em Highland Park, Illions. Também eles vão recriar o quarto de Ferris pelos artistas Sarah Keenlyside e Joe Clement. Os atores Cindy Pickett e Lyman Ward (os pais de Bueller) já confirmaram presença no evento junto com Jonathan Schmock.

Se você se animou com a notícia e pretende usar as suas economias para viajar para Chicago esse ano vou te passar os valores! Os três dias de festival estão custando 300 dólares e o ingresso garante acesso a todas as atividades da festa, incluindo meet- and- greets. Apenas um dia (Sábado ou Domingo) está saindo 175 dólares. Mais informações neste site aqui.

Eu não sei o que dizer, apenas sentir muita inveja (eu sei que esse sentimento é feio, mas é impossível não ser a pessoa mais invejosa do mundo nessas horas) de quem terá a oportunidade de viver, dançar e tirar muitas selfies. Principalmente, porque dia 22 de maio é a data do meu aniversário. Ou seja, seria o presente mais do que perfeito! E aí, o que você achou da ideia? Conta para mim.

Curtindo a Vida Adoidado, John Hughes e Anos 80. Tudo isso É Muito Supimpa Girl!